Gogó da Ema

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Foto - Gogó da Ema

A Praia da Ponta Verde, hoje um dos cartões postais de Maceió, abrigou um coqueiro conhecido como Gogó da Ema, em razão de seu tronco deformado, que lembrava o pescoço da ave.

No dia 27 de julho de 1955, precisamente às 14h20, a fúria do mar derrubou o Gogó da Ema, já considerado, naquela época, um marco turístico de Alagoas.

Apesar das ações para o seu socorro, que teve o envolvimento da sociedade maceioense, não foi possível reerguer o coqueiro.

Em clima de profundo desgosto, um cronista alagoano escreveu:

Os poetas estão de luto e está de luto o amor. Os namorados estão pesarosos. Há tristeza nos românticos. Há pesar nos boêmios. A cidade toda está magoada. Nosso orgulho está ferido. Nossa sensibilidade foi insultada, retalhada. Deixaram o Gogó morrer.

Hoje, nas proximidades do local onde viveu o Gogó da Ema, foi batizada uma praça com o seu nome.

Categoria: Artigos, Destaques, História

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